Um crime, algumas pistas e vários suspeitos. Esse foi o jogo proposto pela professora Carol Lyra, para trabalhar com o conhecimento dos alunos das 1ª séries do Ensino Médio. Por meio de desafios elaborados pelos próprios alunos, utilizando pistas e informações ligadas à Genética, a ideia era chegar ao criminoso da história e desvendar os mistérios. "É uma atividade que depende de criatividade e conhecimento", comentou Carol.
Dividos em grupos, os alunos criaram jogos no estilo "Detetive", no qual ocorre um crime, surgem suspeitos e pistas que podem chegar ao criminoso. "O conhecimento do que aprenderam em genética deu possibilidade para criarem as pistas deixadas pelo assassino, como manchas de sangue, fios de cabelos, entre outras. O grande desafio era que eles elaborassem a elucidação dessa história, assim como acontece nos jogos", disse.
Durante o segundo bimestre, os alunos criaram contos que serviram de enredo para a trama dos jogos. Após correção da professora de Redação, Maria Paula, e da professora Carol, eles iniciaram a criação do jogo, fazendo uso de materiais diversos. Cada grupo escolheu seu tabuleiro, suas peças, pistas e dinâmica dos jogos. "A proposta era verificar se eles saberiam usar o conhecimento da matéria de forma lúdica", comentou Carol.
Os alunos se mostraram interessados e bastante criativos na apresentação dos trabalhos. Durante aula realizada no início de setembro, fizeram demonstrações para os colegas dos outros grupos.
Na avaliação da professora, foi uma atividade interessante porque despertou o interesse dos alunos especialmente no que se refere ao suspense que envolve o jogo. "Pensar em genética nesses momentos dá ao aluno a capacidade de raciocinar levando em conta o que aprendeu e também a sua criatividade".