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Alunos visitam a CBA


Com o intuito de oferecer aos alunos uma maior compreensão do aprendizado adquirido em sala de aula, o professor de Química, Augusto Echeverria, esteve com os estudantes dos 2º anos (B e C) do Ensino Médio, na empresa Companhia Brasileira de Alumínio (CBA).
Os visitantes foram recebidos com um café-da-manhã no Centro de Vivência Ambiental da empresa e assistiram a um filme que abordou, entre outros assuntos, suas Usinas Hidrelétricas, o consumo de energia e a utilização da bauxita na produção do alumínio. Depois, percorreram várias instalações da empresa, acompanhando - na prática, aquilo que aprenderam durante as aulas.
De acordo com Echeverria, a visita técnica começou no setor Alumina. Os alunos viram a chegada da bauxita, via férrea, num aparelho chamado viradouro. "Após ser retirada do viradouro, a bauxita é transportada por esteiras até o próximo setor".
Os alunos também estiveram na estação de tratamento de água e no mirante, que é o ponto mais alto da fábrica. Foram também ao setor chamado Salafornos, onde o alumínio é produzido em fornos eletrolíticos a 960ºC e com intensidade de corrente elétrica (amperagem) de 127 mil amperes.
Outro setor visitado foi o galpão de produção de bobinas de alumínio que chegam a pesar até 14 toneladas. De lá, foram para o centro de produção de fios e cabos. Para finalizar a visita, voltaram ao Centro de Vivência Ambiental para um lanche e a despedida da fábrica.
Saiba mais
A CBA fica na cidade de Alumínio e existe desde 1955. É a segunda maior produtora brasileira do metal, com 475 mil toneladas/ano de alumínio primário.
Posicionada entre as maiores empresas mundiais do setor, é a maior planta do mundo a operar de forma totalmente verticalizada, realizando, num mesmo local, desde o processamento da bauxita até a fabricação de produtos (lingotes, tarugos, vergalhões, placas, bobinas, chapas, folhas, perfis, telhas e cabos).
Além de ter uma forte atuação no mercado interno nos segmentos de construção civil, fios e cabos para transmissão de energia elétrica, embalagens, bens de consumo e transportes, a CBA destina cerca de 40% de sua produção para o mercado externo, principalmente para a América do Norte.
A transformação da bauxita é feita por um processo de eletrólise e o consumo de energia elétrica corresponde a um terço de todos os custos de produção. Em 1954, a CBA iniciou a construção da primeira Usina Hidrelétrica, a UHE França, e desde então os investimentos em energia não pararam.
Para o professor Echeverria, além do aprendizado adquirido durante a visita, os alunos puderam conhecer também o trabalho de responsabilidade social que a CBA possui, contribuindo por meio de diversos projetos e atividades, especialmente com seus colaboradores e seus familiares.
A empresa mantém também, programas de educação ambiental, destinados às comunidades de Alumínio e de suas áreas de mineração. "A CBA possui um compromisso com a preservação ambiental e isso também é muito importante na formação do aluno", disse Echeverria.
Após a visita, o Anglo recebeu elogios pelo bom comportamento e interesse dos alunos durante o passeio. "Isso nos deixa felizes, pois é sempre bom deixarmos boa impressão. Mas não esperávamos outro comportamento de nossos alunos", disse o professor.

 
 
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