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SEJA FERA,
SEJA ANGLO!

Conhecimento não é apenas reproduzir o que é aprendido em sala de aula, mas compreender e exercitar o aprendizado. Amizades, amadurecimento, conteúdo e apoio são a base do nosso ensino, formando assim, cidadãos críticos e capacitados para serem transformadores de sua própria vida e da sociedade em que vivem.

Da Educação Infantil ao Pré-Vestibular, o Anglo oferece todo o suporte em cada fase da vida dos alunos, para que o desenvolvimento de suas habilidades seja natural e constante.

O MELHOR PARA CADA FASE DO ALUNO,
POR QUEM ENTENDE DE EDUCAÇÃO!

Nossa proposta educacional se fundamenta na construção do conhecimento, na formação empreendedora e no desenvolvimento da autonomia intelectual e moral, alicerçados no aprender a ser, a conviver, a fazer e a aprender, sob valores humanizadores sustentados pela ÉTICA, em toda a Educação Básica, no Ensino Fundamental e Ensino Médio inovando sempre através dos conhecimentos da neuroeducação e das tecnologias a favor da formação intelectual do estudante.

SOLUÇÕES PEDAGÓGICAS

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Últimos artigos.

Diretora integra Clube Líderes na Educação movido pela EXAME e Saint Paul

O Anglo Sorocaba esteve entre as instituições convidadas para o segundo encontro do Clube Líderes de Impacto na Educação, iniciativa da EXAME em parceria com a Saint Paul Escola de Negócios. O evento reuniu diretores e gestores de escolas reconhecidas nacionalmente para discutir temas estratégicos do Ensino Médio e Superior, liderança na era da inteligência artificial e as tendências que devem impactar a educação a partir de 2026. A diretora geral, Carol Lyra, que representou o Anglo Sorocaba, afirmou que participar do encontro é motivo de orgulho. “Compreender o cenário, trocar experiências e analisar tendências nos ajuda a fortalecer o trabalho que já desenvolvemos e a planejar novas iniciativas com foco no futuro”, destacou. A proposta do clube é promover reuniões periódicas entre lideranças educacionais, criando um ambiente para troca de experiências. A condução ficou a cargo de José Securato, CEO da Saint Paul Escola de Negócios e CEO da Exame Educação. Também estiveram presentes representantes de instituições de referência nacional, como o Colégio Dante Alighieri, Colégio São Luís, Grupo Marista, Colégio Santo Américo, Colégio Vera Cruz, Colégio Palmares e Colégio Santa Cruz. A diversidade de perfis ampliou a troca de práticas e estratégias adotadas em diferentes contextos.   Temas O segundo encontro do Clube Líderes de Impacto na Educação aprofundou discussões iniciadas na reunião anterior. Entre os principais temas: o futuro do Ensino Médio, as transformações no Ensino Superior e o papel da liderança educacional diante do avanço da inteligência artificial. Diretores analisaram como incorporar recursos tecnológicos de maneira responsável, preservando o protagonismo do estudante e o papel mediador do professor. O debate considerou tanto oportunidades quanto desafios éticos e pedagógicos. Outro eixo abordou a reorganização do Ensino Médio frente às novas exigências das universidades. O grupo discutiu a necessidade de currículos que conciliem base acadêmica sólida, desenvolvimento de competências socioemocionais e experiências extracurriculares relevantes.   Novos modelos de vestibular Carol Lyra destacou a importância de preparar os estudantes para múltiplos formatos de ingresso ao Ensino Superior. O cenário atual reúne tanto exames tradicionais quanto processos seletivos que avaliam o percurso do aluno de maneira mais ampla. “Reforcei a necessidade de manter um Ensino Médio que prepare o estudante para vestibulares como ENEM, Fuvest e Unicamp, mas também para seleções que analisam currículo, projetos, atividades extracurriculares e experiências formativas. Hoje, universidades como a própria Saint Paul e outras instituições valorizam trajetória acadêmica, participação em olimpíadas, voluntariado, intercâmbios, atividades culturais e envolvimento esportivo”, afirma a diretora. Esse movimento já reflete mudanças no Ensino Superior brasileiro. Instituições como o Insper e o Einstein vêm adotando processos seletivos que incluem etapas adicionais, entrevistas e análise de perfil. A própria Saint Paul, que consolidou sua atuação na formação executiva, iniciou recentemente cursos de graduação, ampliando sua presença no ensino superior e incorporando modelos de seleção alinhados a competências e trajetória do candidato. Para o Anglo Sorocaba, acompanhar essa transição significa revisar práticas e fortalecer oportunidades que ampliem o repertório dos estudantes. O colégio busca oferecer preparação consistente para exames de larga escala, ao mesmo tempo em que incentiva participação em olimpíadas acadêmicas, projetos sociais, atividades culturais e esportivas.   Educação e futuro Para as famílias do Anglo Sorocaba, essa proximidade com instituições que discutem tendências nacionais reforça a segurança de que o que é aplicado em sala de aula está alinhado ao que há de mais atual no cenário educacional. Trabalhar conectado a práticas modernas e com visão aberta para o futuro representa um investimento seguro e consistente na formação dos estudantes e nas oportunidades que eles encontrarão ao longo da vida. Confira mais sobre o evento: Instagram  Veja mais no blog: Tecnologia que humaniza | Colégio Anglo Sorocaba e INclub | Colégio Anglo Sorocaba


Data: 16/02/2026

Ensino Médio: como a escola apoia estudantes nessa transição

A entrada no Ensino Médio marca o início de uma fase que combina desafios acadêmicos com transformações pessoais profundas. Os três anos dessa etapa final da educação básica exigem dos jovens não apenas domínio de conteúdos mais complexos, mas também habilidades de organização, autonomia e tomada de decisão que impactarão diretamente seu futuro. Quando a instituição de ensino estrutura um processo de acolhimento e acompanhamento consistente, os estudantes conseguem navegar por essas mudanças com equilíbrio e confiança. A rotina escolar sofre alterações significativas logo nas primeiras semanas. A carga horária se amplia, os conteúdos ganham profundidade e as avaliações passam a cobrar capacidade de análise crítica e argumentação fundamentada. Além disso, os estudantes lidam com diversos professores, cada um com metodologias e critérios próprios de avaliação. Essa diversidade enriquece a formação, mas também pode gerar confusão quando não há orientação adequada sobre como gerenciar tantas frentes simultaneamente. Visitas antecipadas ao ambiente escolar, encontros de integração entre alunos veteranos e novatos, além de explicações detalhadas sobre o funcionamento da nova rotina reduzem consideravelmente a ansiedade inicial. Quanto mais familiarizado o estudante estiver com os espaços, as regras e as expectativas, menor será o impacto emocional da transição e mais rápida sua adaptação ao ritmo acelerado das aulas. Organização e métodos que sustentam o aprendizado Estabelecer uma rotina consistente representa o alicerce para lidar com o volume crescente de responsabilidades. Um espaço de estudo adequado, horários regulares para realizar tarefas e o uso de ferramentas de planejamento para acompanhar prazos de trabalhos e provas criam a disciplina necessária para o sucesso acadêmico. Instituições que orientam técnicas de estudo eficientes e ensinam o planejamento semanal das atividades capacitam os jovens a desenvolver autonomia real, transformando obrigações em hábitos produtivos. Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba, destaca que "a previsibilidade da rotina escolar permite aos estudantes concentrarem energia no aprendizado, em vez de gastá-la tentando entender o que se espera deles a cada momento". A família complementa esse trabalho ao valorizar a constância sem transformar a cobrança em pressão excessiva. Quando o jovem percebe que existe método e apoio, ganha segurança para enfrentar desafios mais complexos. Diálogo que fortalece vínculos e desempenho A adolescência traz consigo questionamentos sobre identidade, pertencimento e propósito. Mudanças de turma, convivência com colegas desconhecidos e comparações constantes podem abalar a autoconfiança. Por isso, canais abertos de comunicação entre estudantes e equipe pedagógica se tornam fundamentais. Atendimentos individuais, tutorias e momentos dedicados ao acompanhamento personalizado permitem que dúvidas sejam esclarecidas e dificuldades sejam enfrentadas antes que comprometam o desempenho. Quando o ambiente escolar transmite a mensagem de que errar faz parte do processo de aprendizagem e que buscar ajuda é sinal de maturidade, os jovens se sentem seguros para participar ativamente das aulas e explorar novos conhecimentos. Esse acolhimento transforma a relação com os estudos e fortalece a capacidade de enfrentar obstáculos com resiliência. Diferentes percursos dentro da mesma etapa O Ensino Médio busca consolidar os conhecimentos adquiridos no Fundamental e ampliar a compreensão sobre o mundo. Muitas escolas oferecem itinerários formativos e disciplinas eletivas que permitem ao estudante aprofundar áreas de interesse específico. Essa possibilidade de personalização do currículo conecta o aprendizado às aspirações individuais e às realidades do mercado de trabalho e da vida universitária. Para que essas escolhas sejam conscientes, a orientação profissional precisa começar cedo e acontecer de forma contínua. Apresentar diferentes áreas do conhecimento, explicar suas aplicações práticas e relacioná-las com as opções de vestibular e carreira ajuda os jovens a traçarem caminhos alinhados com suas aptidões e objetivos. Decisões bem fundamentadas geram mais motivação e comprometimento ao longo dos três anos. Apoio pedagógico que respeita ritmos individuais Nem todos os estudantes chegam ao Ensino Médio com a mesma bagagem acadêmica. Diferenças em leitura, interpretação de texto, raciocínio lógico e habilidades matemáticas são naturais e precisam ser reconhecidas desde o início. Avaliações diagnósticas permitem identificar lacunas e oferecer suporte direcionado por meio de grupos de reforço, monitorias e atendimento individual. Professores preparados para lidar com essa diversidade ajustam estratégias de ensino, esclarecem critérios de avaliação e fornecem devolutivas constantes que orientam o progresso do aluno. Esse acompanhamento evita que dificuldades pontuais se transformem em defasagens acumuladas e mantém a turma avançando de forma equilibrada. Integração social como base para o pertencimento A adaptação ao novo ambiente não se resume aos aspectos acadêmicos. Sentir-se parte de um grupo, estabelecer relações de confiança com colegas e professores e compreender as dinâmicas sociais da escola são elementos que influenciam diretamente o desempenho. Atividades de integração nas primeiras semanas, projetos colaborativos e trabalhos em equipe fortalecem vínculos e reduzem o isolamento. Quando o estudante encontra seu lugar na comunidade escolar, sua participação aumenta, a motivação cresce e o aprendizado se torna mais significativo. O senso de pertencimento funciona como combustível para enfrentar desafios e persistir diante das dificuldades. Avaliação transparente que ensina e orienta As formas de avaliação se tornam mais complexas no Ensino Médio. Além de provas objetivas, surgem relatórios, seminários, análises críticas e produções textuais extensas. A escola que explica claramente os critérios de avaliação e fornece exemplos de trabalhos de qualidade capacita o estudante a compreender o que se espera dele e a planejar suas entregas de forma eficiente. Avaliações contínuas e formativas permitem identificar progressos e áreas que demandam mais atenção. Quando o erro é tratado como oportunidade de aprendizado e não como fracasso, o jovem desenvolve postura reflexiva e busca constante por aprimoramento. Equilíbrio entre preparação e bem-estar A preparação para vestibulares e exames de admissão acontece naturalmente ao longo dos três anos, mas não pode ser a única preocupação. O primeiro ano deve priorizar a consolidação de hábitos de estudo e a ampliação do repertório cultural. O segundo ano pode introduzir simulados e revisões sistemáticas. O terceiro ano concentra o aprofundamento e os ajustes finais para as provas. Paralelamente, cuidar da saúde mental é indispensável. O aumento das responsabilidades pode gerar estresse, alterações no sono e quadros de ansiedade. Escolas que incentivam o equilíbrio entre estudo e lazer, orientam sobre o uso saudável da tecnologia e ensinam técnicas de gestão emocional contribuem para que os estudantes preservem o bem-estar sem comprometer o desempenho acadêmico. Tecnologia como ferramenta de aprendizagem responsável Plataformas educacionais, aplicativos de organização e recursos digitais ampliam as possibilidades de estudo e acesso à informação. No entanto, o uso responsável dessas ferramentas precisa ser ensinado. Verificar a confiabilidade de fontes, citar referências corretamente e respeitar direitos autorais são competências essenciais na era digital. A educação para o uso crítico da tecnologia fortalece o pensamento analítico e a ética acadêmica, preparando o jovem para lidar com a quantidade crescente de informações disponíveis e para produzir conhecimento de forma íntegra. Para saber mais sobre Ensino Médio, visite https://www.melhorescola.com.br/artigos/como-fazer-uma-boa-transicao-do-ensino-fundamental-para-o-medio e https://www.educamaisbrasil.com.br/etapa-de-formacao-e-series/ensino-medio


Data: 13/02/2026

Educação financeira nas escolas e formação para a vida

A forma como crianças e adolescentes aprendem a lidar com dinheiro determina grande parte de suas escolhas futuras. A educação financeira nas escolas representa ferramenta essencial para formar cidadãos capazes de tomar decisões conscientes, planejar objetivos e compreender o impacto de suas escolhas individuais e coletivas. Esse conhecimento ultrapassa cálculos matemáticos e se conecta diretamente com autonomia, responsabilidade e equilíbrio emocional. Crianças aprendem observando comportamentos antes mesmo de compreenderem conceitos abstratos. Um adulto que planeja compras, evita desperdícios e conversa abertamente sobre dinheiro transmite lições mais eficazes do que qualquer explicação teórica. Quando uma criança participa de pequenas decisões cotidianas — como escolher entre duas opções de lanche ou compreender por que determinada compra precisa esperar — ela começa a construir noções de prioridade, planejamento e paciência. Essas experiências práticas ajudam a internalizar que o dinheiro tem valor, limites e propósito. A participação em situações reais, como ir ao supermercado ou planejar uma pequena festa, permite que a criança associe conceitos financeiros ao seu universo cotidiano, tornando o aprendizado natural e significativo. Quando e como introduzir conceitos financeiros A educação financeira pode começar logo que a criança desenvolve noções básicas de troca e valor, geralmente entre três e cinco anos. Nessa fase, ela consegue entender que comprar algo exige uma contrapartida e que o dinheiro não é ilimitado. A introdução deve ser leve e prática, associada a situações familiares. Entre seis e nove anos, já é possível ensinar sobre mesada, poupando parte do dinheiro para objetivos específicos e distinguindo desejos de necessidades. A partir dos dez anos, temas como orçamento familiar, consumo consciente e até juros podem ser apresentados de forma simples, sempre conectados ao dia a dia. O aprendizado deve acompanhar o desenvolvimento da criança, sem imposições ou pressa. Mesada como ferramenta educativa A mesada pode ser instrumento valioso quando usada com propósito. Ela ajuda a criança a experimentar a responsabilidade de administrar um valor fixo, planejar gastos e lidar com consequências de escolhas precipitadas.O ideal é definir um valor compatível com a realidade familiar e deixar claro o que deve ser custeado com esse dinheiro. "Quando trabalhamos educação financeira de forma integrada ao cotidiano escolar, percebemos que os estudantes desenvolvem não apenas habilidades matemáticas, mas também senso crítico e responsabilidade social", afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba. Se a criança gasta tudo em poucos dias, perceberá a necessidade de planejar melhor no mês seguinte. Esse aprendizado prático é muito mais eficaz do que apenas ouvir conselhos. Com o tempo, pode-se introduzir o conceito de dividir o dinheiro em partes: uma para gastar, outra para guardar e uma terceira para doar. Essa divisão ajuda a compreender não só gestão financeira, mas também importância da solidariedade. Base Nacional Comum Curricular e formação cidadã A escola é espaço essencial para complementar o aprendizado financeiro iniciado em casa. O tema faz parte da Base Nacional Comum Curricular, que reconhece a importância de desenvolver competências relacionadas ao uso consciente do dinheiro, ao consumo responsável e à compreensão do sistema econômico. Trabalhar o tema em sala de aula envolve ética, cidadania, empatia e sustentabilidade. Quando alunos discutem, por exemplo, o impacto das compras por impulso ou as consequências do endividamento, começam a compreender a dimensão social das decisões financeiras. Aprendem que cada escolha tem reflexos individuais e coletivos, e que o equilíbrio entre desejo e necessidade é fundamental para viver de forma saudável. Projetos práticos, como feiras de trocas, simulações de orçamento familiar ou atividades de empreendedorismo escolar, são estratégias eficazes para consolidar esse aprendizado. Elas permitem que o aluno vivencie situações reais, entenda como planejar, calcular custos e pensar de forma estratégica. Família como parceira na construção de hábitos O comportamento familiar é determinante na formação de hábitos financeiros. Conversar sobre dinheiro sem tabu, mostrar como funcionam as contas da casa e incluir as crianças em pequenas decisões estimula o senso de pertencimento e responsabilidade. Pequenos gestos fazem diferença: pedir ajuda para comparar preços, planejar juntos uma viagem, conversar sobre economias para um objetivo comum. Quando a criança entende que o orçamento familiar é limitado e que cada gasto precisa ser pensado, ela aprende a valorizar o esforço e a reconhecer prioridades. Essa participação desperta o senso crítico e a autonomia. Ao crescer com essa mentalidade, o adolescente tende a ser mais responsável com o próprio dinheiro, evitando dívidas e tomando decisões conscientes. Desenvolvimento de responsabilidade e autonomia A educação financeira está diretamente ligada ao desenvolvimento de valores como responsabilidade e autonomia. Quando a criança percebe que o dinheiro não surge do nada e que é preciso esforço para conquistá-lo, passa a valorizar o trabalho e as conquistas pessoais. Aprende também a lidar com frustrações. Ouvir "não" e entender por que nem tudo pode ser comprado é parte importante do processo. Essa compreensão ajuda a desenvolver autocontrole, paciência e capacidade de adiar recompensas — competências que ultrapassam o campo financeiro e se refletem na vida escolar, social e emocional. Ao perceber que é capaz de administrar recursos, fazer escolhas e alcançar metas, a criança sente-se mais confiante e segura. Esse senso de competência é essencial para a formação de um adulto equilibrado e preparado para lidar com desafios. Consumo consciente e sustentabilidade Aprender a consumir de forma responsável envolve entender que recursos são limitados, que o desperdício tem impacto ambiental e que o consumo desenfreado gera consequências. Ao refletir sobre o que realmente é necessário e o que é apenas desejo momentâneo, as crianças desenvolvem senso crítico e aprendem a fazer escolhas mais conscientes. Essa mentalidade ajuda a formar cidadãos comprometidos não só com o próprio bem-estar, mas também com o coletivo e com o planeta. A escola pode explorar esse tema em projetos interdisciplinares, relacionando economia, meio ambiente e responsabilidade social. O resultado é uma formação mais completa, que prepara o aluno para ser um agente transformador em sua comunidade. Tecnologia e segurança digital Com o avanço da tecnologia, a relação das novas gerações com o dinheiro mudou. Crianças e adolescentes têm acesso a cartões digitais, aplicativos bancários e meios de pagamento online. Por isso, a educação financeira também precisa abordar segurança digital. Ensinar o uso responsável dessas ferramentas é essencial para evitar golpes e endividamentos. É importante explicar o funcionamento das transações eletrônicas, o valor simbólico do dinheiro digital e os riscos de compartilhar dados pessoais. Ao mesmo tempo, a tecnologia pode ser aliada no aprendizado. Jogos educativos, simuladores de finanças e aplicativos de controle de gastos ajudam os jovens a compreender o impacto de suas escolhas de forma lúdica. Adolescência e planejamento de futuro Na adolescência, o aprendizado financeiro deve ganhar profundidade. É o momento de introduzir temas como planejamento de médio e longo prazo, investimentos, juros e endividamento. Também é a fase ideal para falar sobre o valor do trabalho e o custo das escolhas. Os jovens podem ser incentivados a planejar objetivos concretos e a organizar um orçamento para alcançá-los. Esse exercício desenvolve disciplina e visão de futuro. Quando o adolescente entende que o dinheiro é consequência do esforço e da organização, ele se torna mais preparado para as responsabilidades da vida adulta. Transformação social através da educação A inserção da educação financeira nas escolas tem potencial transformador. Ela não apenas transmite informações, mas forma cidadãos críticos e conscientes. Em um país onde o endividamento das famílias é alto, ensinar jovens a lidar com o dinheiro de forma responsável é uma forma de construir um futuro mais estável e sustentável. O conhecimento sobre finanças pessoais é também ferramenta de inclusão social, pois oferece oportunidades de crescimento e reduz desigualdades. A escola, nesse contexto, cumpre seu papel essencial: preparar pessoas para viver bem em sociedade, fortalecendo o senso de cidadania e responsabilidade. Para saber mais sobre educação financeira, visite https://www.serasa.com.br/blog/educacao-financeira-para-filhos/ e https://leiturinha.com.br/blog/dicas-para-falar-de-educacao-financeira/?srsltid=AfmBOoqU5Pg6lH5hN4yaQHfRzmtxgSS7T5uBq964bGmkCMOwZAi6priA  


Data: 11/02/2026