Parcerias internacionais destacam o Anglo Sorocaba no cenário educacional
O Colégio Anglo Sorocaba tem a preocupação de oferecer aos seus alunos uma educação globalizada, conectando-os a diferentes culturas. Uma das estratégias adotadas para ampliar essa visão de mundo ocorre por meio da educação internacionalizada.
Recentemente, a escola recebeu a visita do professor da West Virginia Wesleyan College, Dr. Coty J. Martin, instituição de ensino americana que se tornou parceira do Anglo Sorocaba no projeto Global Classroom, o qual conecta os alunos a experiências acadêmicas internacionais.
Ao longo do ano, eles participam de aulas conduzidas diretamente dos Estados Unidos, o que os ajuda a ampliar o olhar sobre temas globais e a desenvolver ainda mais o pensamento crítico.
Durante sua passagem pelo Brasil para um projeto de pesquisa, o professor Coty visitou as dependências do Anglo Sorocaba, conheceu a proposta pedagógica e participou de um bate-papo com os alunos do Ensino Médio. Foi um momento de grande troca, em que os estudantes puderam se conectar com o mundo por meio do aprendizado e de intercâmbios culturais.
Confira, em nossa página no Instagram, como foi a visita do professor Coty:https://www.instagram.com/reel/DVrX1CQDbh1/?igsh=eXgzdXc4ZHdvMnFz
Dupla certificação
Parte das melhores universidades brasileiras está adotando, como um dos critérios de acesso, a análise de currículo. Entre elas estão a Fundação Getulio Vargas (FGV), a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), o Insper e a Saint Paul. Nesse cenário, alunos com dupla certificação, como a oferecida pelo Anglo Sorocaba, saem na frente.
Você pode estar se perguntando: o que é a dupla certificação? Trata-se da obtenção do diploma do Ensino Médio brasileiro juntamente com um diploma internacional, chamado, nos Estados Unidos, de high school. Quando isso ocorre de forma simultânea, o benefício é ainda maior.
O Anglo Sorocaba oferece essa possibilidade por meio de sua parceria com a escola americana The Keystone School, localizada no estado da Flórida.
Um aluno com dupla certificação, além de ter vantagem no acesso às universidades brasileiras, também pode pleitear uma vaga em instituições internacionais.
Como funcionam as aulas?
A adesão é simples: o pai ou responsável manifesta ao Anglo Sorocaba o interesse pela dupla certificação, e o aluno é inserido no programa de high school. O ingresso pode ocorrer a partir do 8º ano do Ensino Fundamental II.
As aulas são realizadas de forma remota, e as disciplinas podem ser cursadas no horário, ritmo e local mais convenientes para o aluno. “O nosso high school é diferenciado por ser 100% assíncrono. Isso dá liberdade para que o estudante cumpra os créditos no seu tempo. Além disso, o formato on-line é financeiramente viável”, afirma a diretora do Anglo Sorocaba, Carol Lyra.
Carol reforça que, em um mundo globalizado, onde tudo acontece de forma imediata, o acesso a diferentes conteúdos e culturas amplia o repertório do estudante — não apenas acadêmico, mas também de vida.
Para mais informações sobre o high school oferecido pelo Anglo Sorocaba, acesse:https://blog.anglosorocaba.com.br/post/postagem/121
The Keystone School
Ser aluno da Keystone School é estar mais próximo das principais universidades americanas e de boas oportunidades no mercado de trabalho. Mesmo com o ensino remoto, os estudantes contam com atendimento individualizado em cada etapa.
Além disso, podem se conectar com outros alunos por meio de fóruns de discussão, clubes e até plataformas de mídias sociais, todas moderadas pela equipe da escola.
Mais de 50% dos professores possuem mestrado ou doutorado. Eles também são licenciados e preparados para auxiliar os alunos no planejamento pós-Ensino Médio, incluindo processos de inscrição em universidades e orientação de carreira.
Quer saber como inscrever seu filho no High School do Anglo Sorocaba? Acesse:https://www.instagram.com/p/DHHKaoZvh6h/?igsh=aGFsYzYyeWg2a3lu
Intercâmbio Canadá
Imagine seu filho fazendo um curso de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) na Universidade de Waterloo, uma das instituições mais respeitadas do Canadá. Além disso, essa oportunidade conta com a segurança de ele estar acompanhado dos amigos do Anglo Sorocaba. Incrível!
O Anglo Sorocaba está com inscrições abertas para o Future Mind, marcado para o mês de julho, durante o período de férias escolares. “Sempre priorizamos um intercâmbio cultural que traga uma bagagem muito importante para os nossos alunos. Eles também vão conhecer Toronto. Será uma experiência única”, conta a diretora do Anglo Sorocaba, Carol Lyra.
Veja o que diz o diretor da Universidade de Waterloo sobre essa vivência:https://www.instagram.com/reel/DWGwJb1iPEk/?igsh=eDlqY2gydnQ2OHVk
Quer saber mais? Entre em contato com o Anglo Sorocaba
Anglo Sem Fronteiras
O Anglo Sorocaba oferece para os alunos do Ensino Médio uma disciplina eletiva chamada Anglo Sem Fronteiras. É por meio dela que os estudantes recebem orientações para buscar uma graduação fora do Brasil ou até mesmo fazer um intercâmbio, durante o Ensino Médio. Esse trabalho é realizado por meio de uma parceria com a agência Just Intercâmbios.
O que observar ao usar jogos matemáticos em aula
Os jogos matemáticos oferecem ao professor uma possibilidade importante de observação em sala de aula: eles mostram como o aluno pensa enquanto tenta resolver um desafio. Em vez de enxergar apenas a resposta certa ou errada, o educador consegue acompanhar o percurso, a estratégia escolhida, a reação diante do erro e a forma como o estudante interpreta regras e situações. Isso faz diferença porque a aprendizagem em matemática não depende só de acertar uma conta, mas de compreender o raciocínio envolvido, organizar ideias e sustentar decisões durante a atividade.
Quando os jogos entram na rotina de aula com objetivo pedagógico claro, eles ajudam a tornar visíveis comportamentos que nem sempre aparecem em exercícios tradicionais. Alguns alunos mostram domínio do conteúdo, mas têm dificuldade para explicar o que fizeram. Outros erram menos por falta de conhecimento e mais por impulsividade, insegurança ou dificuldade de interpretação. Em atividades lúdicas, esses aspectos costumam surgir com mais nitidez, o que permite ao professor entender melhor onde está a dificuldade real.
O raciocínio aparece de forma mais clara
Uma das contribuições mais relevantes dos jogos está na possibilidade de observar o raciocínio em ação. Em uma atividade escrita, muitas vezes o professor vê apenas o produto final. No jogo, consegue perceber se o aluno pensa antes de agir, se compara alternativas, se testa hipóteses ou se simplesmente faz tentativas aleatórias.
Esse acompanhamento é valioso porque revela como a criança ou o adolescente organiza o pensamento matemático. Em um jogo de trilha, por exemplo, pode ficar claro se o estudante consegue antecipar movimentos. Em desafios com dados ou operações, o professor observa se ele realiza cálculo mental com fluidez ou se ainda depende de contagem mais lenta. Em jogos de lógica, como sudoku, torna-se possível notar se o aluno identifica padrões e elimina possibilidades com critério. “Durante os jogos, o professor consegue enxergar o processo de pensamento do aluno com mais clareza. Isso ajuda a identificar avanços, dificuldades e formas de intervenção mais adequadas”, afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba, em Sorocaba (SP).
O erro deixa de ser só resultado
Outro aspecto importante é a relação do aluno com o erro. Em avaliações formais, errar costuma ser associado a frustração, nota baixa e comparação com colegas. No contexto do jogo, o erro tende a ser encarado como parte da dinâmica. O estudante erra, ajusta a estratégia e tenta novamente. Essa diferença de ambiente muda a maneira como muitos alunos participam.
Para o professor, isso oferece uma observação importante. Alguns estudantes desistem rápido quando uma tentativa falha. Outros persistem, reformulam o caminho e seguem envolvidos. Há também os que procuram ajuda imediatamente, mesmo quando ainda poderiam tentar outra solução. Essas reações mostram não apenas o domínio do conteúdo, mas o grau de segurança diante de desafios.
Esse ponto merece atenção porque a matemática costuma provocar receio em parte dos alunos. Quando o jogo reduz a tensão e permite experimentar sem o peso da avaliação imediata, o professor consegue perceber melhor quem sabe mais do que consegue demonstrar em situações formais e quem ainda precisa fortalecer confiança para sustentar o raciocínio.
Interação e comunicação também contam
Os jogos matemáticos não ajudam apenas a observar cálculo ou lógica. Eles também mostram como os alunos convivem, se comunicam e participam de atividades com regras. Em propostas feitas em duplas ou grupos, o professor consegue notar se o estudante ouve os colegas, explica o que pensa, aceita opiniões diferentes e respeita turnos e combinados.
Essas competências interferem diretamente na aprendizagem. Um aluno pode até compreender o conteúdo, mas encontrar dificuldade para argumentar ou justificar uma escolha. Outro pode depender demais do colega para tomar decisões. Há ainda quem tenha boa estratégia individual, mas não consiga atuar em grupo de forma produtiva. Tudo isso aparece com mais facilidade quando a aula inclui jogos com objetivos bem definidos.
Carol Lyra destaca que esse tipo de observação ajuda a compreender o aluno de forma mais completa. “O jogo permite observar conteúdo, raciocínio e comportamento ao mesmo tempo. O professor consegue perceber como o estudante pensa, mas também como reage às regras, aos colegas e às situações de desafio”, explica.
A escolha da atividade faz diferença
Para que os jogos tenham valor pedagógico real, não basta que sejam divertidos. Eles precisam estar ligados a uma intenção clara. O professor deve saber o que quer desenvolver e o que pretende observar naquela proposta. Dependendo do jogo, o foco pode estar em contagem, cálculo mental, valor posicional, interpretação, estratégia, lógica ou resolução de problemas.
Nos anos iniciais, jogos mais concretos costumam funcionar bem porque ajudam a tornar visíveis conceitos que ainda estão em formação. Trilhas numéricas, jogos com dados, bingo matemático e memória com operações podem revelar como a criança conta, compara quantidades e reconhece relações simples entre números. Nos anos mais avançados, atividades estratégicas ajudam a observar planejamento, antecipação de consequências e organização do pensamento.
Isso exige que o jogo seja tratado como parte da aula, e não como preenchimento de tempo. Quando a atividade é escolhida sem relação com o conteúdo ou sem critério de observação, o professor pode até obter engajamento, mas dificilmente conseguirá usar o momento para entender melhor a aprendizagem da turma.
O que os professores podem levar dessa prática
Ao aplicar jogos matemáticos com frequência e propósito pedagógico, o professor amplia sua capacidade de diagnosticar o que acontece na aprendizagem. Ele passa a perceber quais alunos compreendem o conteúdo, quais ainda dependem de mediação constante, quem demonstra insegurança, quem organiza boas estratégias e quem precisa avançar em interpretação ou atenção.
Essas informações ajudam no planejamento das aulas seguintes. Se a turma mostra dificuldade para sustentar raciocínio, o professor pode investir mais em atividades de explicação de caminhos. Se o problema principal está na interpretação, a intervenção precisa ser outra. Se o aluno conhece a operação, mas se perde na regra do jogo ou na convivência com o grupo, isso também precisa ser considerado.
Os jogos matemáticos ajudam porque tornam o aprendizado mais observável. Eles permitem ao professor enxergar o aluno em ação, acompanhando não apenas o resultado, mas a maneira como ele pensa, reage e se posiciona diante do desafio. Quando essa prática é bem planejada, contribui para aulas mais dinâmicas e para um acompanhamento mais preciso do desenvolvimento dos estudantes.Para saber mais sobre jogos matemáticos, visite https://blogmaniadebrincar.com.br/dicas-jogos-matematicos/ e https://novaescola.org.br/conteudo/19050/ensino-fundamental-7-jogos-de-matematica-para-usar-com-a-sua-turma
Brincadeiras ajudam no desenvolvimento motor infantil
As brincadeiras ao ar livre contribuem de forma direta para o desenvolvimento motor das crianças porque ampliam as oportunidades de correr, pular, equilibrar-se, arremessar, subir, descer e explorar diferentes superfícies. Em espaços externos, o corpo é exigido de maneira mais variada, e isso favorece coordenação, força, agilidade, percepção corporal e controle dos movimentos desde os primeiros anos da infância.
Na prática, esse desenvolvimento acontece em situações simples do cotidiano. Quando a criança corre em um pátio, desvia de obstáculos, pula uma marca no chão ou tenta se equilibrar em uma linha, ela trabalha movimentos amplos que dependem de controle muscular, atenção e ajuste do corpo ao espaço. Ao mesmo tempo, o ambiente externo costuma oferecer desafios menos previsíveis do que os espaços fechados, o que exige adaptação constante.
Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba, de Sorocaba (SP), observa que esse tipo de experiência tem impacto concreto no crescimento infantil. “As brincadeiras em áreas externas ajudam a criança a desenvolver movimentos importantes de forma natural, em atividades que exigem coordenação, equilíbrio e percepção do próprio corpo”, explica.
Movimento variado ajuda o corpo a se organizar
O desenvolvimento motor infantil depende de repetição, prática e diversidade de movimentos. Por isso, as brincadeiras ao ar livre têm um papel relevante. Em vez de realizar sempre os mesmos gestos, a criança encontra contextos diferentes para se movimentar. Um piso mais duro, a grama, a areia, uma pequena inclinação ou um espaço maior para correr exigem respostas corporais distintas.
Esse processo fortalece principalmente a coordenação motora ampla, ligada aos grandes movimentos do corpo. Correr, saltar, agachar, girar, escalar e mudar de direção são ações que ajudam a criança a controlar melhor pernas, braços e tronco. Com o tempo, isso melhora estabilidade, ritmo e noção de espaço.
Também há efeitos sobre a coordenação motora fina, ainda que de forma menos evidente. Ao pegar folhas, galhos, pedras pequenas, baldes ou brinquedos usados em atividades externas, a criança treina preensão, força nas mãos e precisão de movimentos. Em várias situações, os dois tipos de coordenação aparecem juntos, o que torna a experiência ainda mais completa.
Outro ponto importante é a percepção corporal. Em ambientes externos, a criança precisa calcular distâncias, ajustar a velocidade, perceber o próprio limite e entender como o corpo responde a cada ação. Esse aprendizado interfere na segurança dos movimentos e na confiança para explorar o espaço.
Equilíbrio e noção de espaço são trabalhados o tempo todo
Uma das contribuições mais claras das brincadeiras ao ar livre está no desenvolvimento do equilíbrio. Caminhar sobre superfícies irregulares, subir e descer pequenos desníveis, contornar objetos ou brincar em circuitos simples exige controle postural e atenção ao corpo.
Esse tipo de experiência ajuda a criança a organizar melhor seus movimentos e a responder com mais eficiência aos desafios físicos. O equilíbrio não se desenvolve apenas em atividades dirigidas. Ele aparece também em brincadeiras espontâneas, quando a criança inventa percursos, muda de direção repentinamente ou tenta repetir uma ação até conseguir executá-la com mais segurança.
A noção de espaço também é favorecida. Ao brincar em áreas abertas, a criança entende melhor distância, direção, velocidade e posição do corpo em relação ao ambiente e aos colegas. Isso interfere não só no desempenho físico, mas também na forma como ela circula, participa de jogos e lida com propostas coletivas.
Segundo Carol Lyra, esse ganho aparece em situações muito concretas. “Quando a criança brinca fora da sala, ela precisa se ajustar ao espaço, ao ritmo da atividade e aos movimentos dos colegas. Isso ajuda no controle corporal e na organização dos gestos”, destaca.
Contato com diferentes ambientes amplia experiências
As áreas externas costumam oferecer estímulos que não aparecem com a mesma frequência em espaços internos. Luz natural, vento, texturas variadas e superfícies diferentes criam um contexto mais rico para o movimento. Para a criança, isso representa mais possibilidades de experimentar o corpo em ação.
Ao andar descalça em locais adequados, mexer com areia, brincar com água ou explorar terra, folhas e outros elementos, ela amplia repertório sensorial e motor. Essas vivências ajudam o cérebro a processar informações sobre textura, temperatura, resistência e peso, o que também interfere na coordenação dos movimentos.
Além disso, o ambiente externo favorece brincadeiras menos rígidas, em que a criança combina imaginação e ação física. Uma corrida pode virar caça ao tesouro. Um circuito simples pode se transformar em desafio coletivo. Uma área com objetos naturais pode estimular criação de percursos, construções e jogos. Esse tipo de situação aumenta o envolvimento com a atividade e prolonga o tempo de movimento.
Benefícios vão além da parte física
Embora o foco esteja no desenvolvimento motor, as brincadeiras ao ar livre também produzem efeitos em outras áreas importantes da infância. Crianças que se movimentam com frequência tendem a ampliar autonomia, iniciativa e disposição para enfrentar pequenos desafios. Ao tentar, errar, ajustar e repetir movimentos, elas desenvolvem persistência e aprendem a lidar melhor com limites e conquistas.
Há ainda reflexos na convivência. Muitas brincadeiras externas exigem negociação de regras, espera da vez, cooperação e atenção ao grupo. Isso ajuda no desenvolvimento social e no uso do corpo em situações coletivas. Em jogos de perseguição, corridas, circuitos e atividades com bola, por exemplo, a criança precisa observar o outro, controlar impulsos e adaptar o próprio movimento ao que acontece ao redor.
O contato mais frequente com atividades ao ar livre também ajuda a reduzir períodos longos de imobilidade. Em uma rotina marcada por telas e espaços fechados, ampliar momentos de movimento se torna uma necessidade prática, e não apenas uma opção de lazer.
O que família e escola podem observar na rotina
Para que as brincadeiras contribuam de fato para o desenvolvimento motor, é importante que elas façam parte da rotina com regularidade. Não se trata de transformar toda atividade externa em proposta formal, mas de garantir tempo, espaço e condições para que a criança se movimente de forma variada.
Família e escola podem observar se a criança corre, pula, se equilibra, aceita desafios motores compatíveis com a idade e demonstra segurança crescente nos movimentos. Também vale perceber quando há pouca disposição para atividade física, receio excessivo de explorar ambientes externos ou dificuldade persistente em ações motoras esperadas para a faixa etária.
Nesse acompanhamento, o mais importante é entender que desenvolvimento motor não depende apenas de treino específico. Ele ocorre também nas brincadeiras comuns da infância, principalmente quando a criança tem oportunidade de explorar espaços externos com frequência, segurança e liberdade compatível com sua idade. É nesse contexto que o movimento deixa de ser apenas gasto de energia e passa a cumprir uma função importante no desenvolvimento infantil.
Para saber mais sobre brincadeiras, visite https://brincadeirascriativas.com.br/brincadeiras-ao-ar-livre-para-estimular-o-desenvolvimento-motor-nas-ferias-escolares/ e https://novaescola.org.br/conteudo/21749/atividades-ao-ar-livre